Espessura da lesão e os principais fatores prognósticos

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Espessura da lesão e os principais fatores prognósticos

Imagine a cena: diante de uma lesão, suspeita clínica ou pela dermatoscopia, o médico indica uma biópsia e o diagnóstico foi de melanoma cutâneo.

Isso é suficiente para um manejo adequado?

O diagnóstico puro e simples de melanoma não informa muito. É preciso que outras características da lesão sejam informadas para que o manejo adequado seja realizado. O manejo adequado do melanoma envolve as margens de segurança, a indicação de biópsia do linfonodo sentinela e a realização de exames de estadiamento. Toda essa abordagem depende dos fatores prognósticos.

Principais fatores prognósticos

Os principais fatores prognósticos que precisam ser definidos pelos patologistas são a espessura da lesão (Breslow), a presença de ulceração e o índice mitótico dado pelo número de mitoses/mm². Além dessas características, outras com menos importância no prognóstico são o tipo clínico, Clark, regressão, infiltrado linfocitário, presença de nevos associados e fase de crescimento.

Margem de segurança e espessura da lesão

A margem de segurança oncológica é realizada de acordo com a espessura da lesão e levando em consideração a estética e a funcionalidade. A biópsia do linfonodo sentinela será realizada de acordo com a espessura da lesão e a presença de ulceração ou mitose, conforme já informado em artigo anterior. leia aqui

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