Câncer de Pele

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Um dos tipos de câncer mais comuns no Brasil, o câncer de pele se desenvolve, principalmente, pelo excesso de exposição aos raios solares ultravioletas.

Pessoas de pele e olhos claros, cabelos loiros ou ruivos, com história familiar da doença, que se expõem ao sol e que possuem muitas pintas pelo corpo são as que têm o maior risco de desenvolver câncer de pele.

Existem vários tipos de câncer de pele e, como cada um apresenta características diversas, o ideal é manter um acompanhamento médico regular de pintas e manchas e procurar um médico logo que notar uma nova lesão, ou quanto uma antiga lesão sofrer algum tipo de modificação.

Confira os tipos de cânceres de pele e suas principais características:

O que é?

O carcinoma basocelular (CBC) é um tipo de câncer de pele que se desenvolve a partir da transformação maligna das células da camada basal da pele.

O que causa?

O principal fator responsável pelo surgimento do carcinoma basocelular é a exposição solar crônica. Outros fatores que podem causar o CBC são a herança genética, a redução da imunidade, a exposição a radiação ionizante e a carcinógenos químicos.

É grave?

Não é grave se diagnosticado precocemente. Raramente leva ao óbito, porém, quando diagnosticado tardiamente, pode levar a sequelas graves.

 

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O que é?

O carcinoma epidermoide ou espinocelular é um tipo de câncer de pele maligno, com crescimento acelerado e potencial metástico. Surge na epiderme, camada mais superficial da pele, especialmente nas regiões do corpo mais expostas à radiação solar.

O que causa?

Pessoas com descendência celta (Europa Oriental), de pele clara, de difícil bronzeamento e que apresentam queimadura solar têm risco elevado de desenvolver o CEC. Nos indivíduos de pele escura, o CEC se desenvolve em áreas de inflamação crônica, queimaduras, cicatrizes ou escaras. Além desses, outros fatores de risco são herança genética, o uso de medicamentos imunossupressores em pacientes transplantados, a utilização do medicamento Psoralen combinado com luz ultravioleta para o tratamento da psoríase, e a exposição ao arsênico em pacientes em tratamento da Doença de Bowen (BD).

É grave?

O carcinoma epidermoide se trata de uma lesão cancerígena de evolução rápida e consequências graves. Por conta disso, o diagnóstico precoce é fundamental para garantir melhores condições de tratamento e chances de cura.

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O que é?

O carcinoma sebáceo é um tipo raro de câncer que geralmente se origina de uma glândula sebácea. Surge com mais frequência na parte superior da pálpebra, mas pode aparecer em qualquer região do corpo.

O que causa?

A incidência é maior nas mulheres, na faixa etária dos 70 aos 90 anos, predominantemente da raça asiática. Os fatores de risco são a presença de cisto sebáceo na pele, exposição à radiação solar, em pacientes com Síndrome de Muir-Torre, em indivíduos submetidos ao tratamento radioterápico para o retinoblastoma, eczema e depilação cosmética.

É grave?

O carcinoma sebáceo é considerado um tumor maligno. É o segundo tumor mais frequente da pálpebra seguido do carcinoma basocelular e o segundo mais letal seguido do melanoma.

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